No fim das contas ficamos rodeados de ovos por todos os lados. Não os escondi como prometido, porque achei que Mariana ia pegar bronca do coelho, esse malandro que não para de mandar ovos para quem não quer. Deixei os ovos que eu havia comprado em cima do sofá e culpei o coelho. Como era esperado, ela disse que não queria, que já tinha, o que vocês já sabem. Só se rendeu ao ovo da Moranguinho, porque vinha com um batom e, sabe, batom é golpe baixo com menina de dois anos. E nossa casa agora tem diversos ovos de páscoa, coisa que não acontecia há décadas, já que nem eu nem Fabio gostamos muito de chocolate. E vi em algum programa dominical que a distribuição dos ovos na Páscoa representa a vida. E foi impossível não concluir que é isso mesmo. Que nunca nossa casa teve tanta vida. Tudo por conta dessa pequena que passou quatro dias grudada com mamãe, brincando, cantarolando e bagunçando cada canto de cada cômodo.
E a Páscoa foi isso. Vida. Bagunça. Ausência total de programação. Uma criança que vale por mil. Banhos curtos. Refeições frias. Comilança. Família. Uns quilinhos a mais. E muito, muito amor.
Espero que a de vocês tenha sido assim tão boa.
segunda-feira, 25 de abril de 2011
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Vendo ovos de Páscoa.
Comprei alguns ovos de páscoa para a Mariana.
Achei que seria divertido escondê-los pela casa e essa coisa toda que se faz na Páscoa. Essa que é a primeira que ela entende de verdade. Mas eis que, perguntada pela avó sobre o que ela queria de Páscoa, disse que queria um ovo bem pequenininho e vermelhinho. Pediu e ganhou, já na semana passada.
Desde então diz que não quer mais ovos. Que já ganhou o seu.
Hoje fomos almoçar na vovó Marlene e ela ganhou vários ovos. Da avó. Da tia. Da prima de Campinas. Da tia avó.
E RECUSOU TODOS.
Isso mesmo. Para cada ovo que ganhava, respondia: - Não quero, eu já ganhei um ovo. Eu só quero um ovo. Eu não quero um monte.
E agora temos os ovos ganhados hoje, e os outros que eu já havia comprado, e uma filha budista que se contentou com apenas um.
Pois é.
Achei que seria divertido escondê-los pela casa e essa coisa toda que se faz na Páscoa. Essa que é a primeira que ela entende de verdade. Mas eis que, perguntada pela avó sobre o que ela queria de Páscoa, disse que queria um ovo bem pequenininho e vermelhinho. Pediu e ganhou, já na semana passada.
Desde então diz que não quer mais ovos. Que já ganhou o seu.
Hoje fomos almoçar na vovó Marlene e ela ganhou vários ovos. Da avó. Da tia. Da prima de Campinas. Da tia avó.
E RECUSOU TODOS.
Isso mesmo. Para cada ovo que ganhava, respondia: - Não quero, eu já ganhei um ovo. Eu só quero um ovo. Eu não quero um monte.
E agora temos os ovos ganhados hoje, e os outros que eu já havia comprado, e uma filha budista que se contentou com apenas um.
Pois é.
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Descomplique
A vida tem dessas sincronicidades. Comecei o dia conversando com minha amiga Sil. Dessas conversas que desopilam o fígado. Nós duas não somos perfeitas, nem como mães, nem como coisa nenhuma. Mas estamos aprendendo a conviver com isso. Foi a tônica do bate papo matinal. Em seguida recebo o texto abaixo. Tão a calhar. Então divido com vocês que, tenho certeza, também vão se identificar com ele, seja em maior ou menor medida. E que também sirva de ensinamento para Marianinha, que está aprendendo desde cedo que ninguém é perfeito, muito menos a mamãe dela.
Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: DESCOMPLICAR. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos a tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso sim, faz bem para a pele, para a alma então, nem se fala! Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa -e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso. Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa - mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida. Quanto a palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro (empatia), e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia. E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma. E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas, são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada FELICIDADE fica muito mais possível.
(desconheço o autor do texto, se alguém souber, por favor indique)
beijos!
Se eu tivesse que escolher uma palavra - apenas uma - para ser item obrigatório no vocabulário da mulher de hoje, essa palavra seria um verbo de quatro sílabas: DESCOMPLICAR. Depois de infinitas (e imensas) conquistas, acho que está passando da hora de aprendermos a viver com mais leveza: exigir menos dos outros e de nós próprias, cobrar menos, reclamar menos, carregar menos culpa, olhar menos para o espelho. Descomplicar talvez seja o atalho mais seguro para chegarmos a tão falada qualidade de vida que queremos - e merecemos - ter. Mas há outras palavras que não podem faltar no kit existencial da mulher moderna. Amizade, por exemplo. Acostumadas a concentrar nossos sentimentos (e nossa energia...) nas relações amorosas, acabamos deixando as amigas em segundo plano. E nada, mas nada mesmo, faz tão bem para uma mulher quanto a convivência com as amigas. Ir ao cinema com elas (que gostam dos mesmos filmes que a gente), sair sem ter hora para voltar, compartilhar uma caipivodca de morango e repetir as histórias que já nos contamos mil vezes - isso sim, faz bem para a pele, para a alma então, nem se fala! Ao menos uma vez por mês, deixe o marido ou o namorado em casa, prometa-se que não vai ligar para ele nem uma vez (desligue o celular, se for preciso) e desfrute os prazeres que só uma boa amizade consegue proporcionar. E, já que falamos em desligar o celular, incorpore ao seu vocabulário duas palavras que têm estado ausentes do cotidiano feminino: pausa e silêncio. Aprenda a parar, nem que seja por cinco minutos, três vezes por semana, duas vezes por mês, ou uma vez por dia - não importa -e a ficar em silêncio. Essas pausas silenciosas nos permitem refletir, contar até 100 antes de uma decisão importante, entender melhor os próprios sentimentos, reencontrar a serenidade e o equilíbrio quando é preciso. Também abra espaço, no vocabulário e no cotidiano, para o verbo rir. Não há creme anti-idade nem botox que salve a expressão de uma mulher mal-humorada. Azedume e amargura são palavras que devem ser banidas do nosso dia a dia. Se for preciso, pegue uma comédia na locadora, preste atenção na conversa de duas crianças, marque um encontro com aquela amiga engraçada - faça qualquer coisa - mas ria. O riso nos salva de nós mesmas, cura nossas angústias e nos reconcilia com a vida. Quanto a palavra dieta, cuidado: mulheres que falam em regime o tempo todo costumam ser péssimas companhias. Deixe para discutir carboidratos e afins no banheiro feminino ou no consultório do endocrinologista. Nas mesas de restaurantes, nem pensar. Se for para ficar contando calorias, descrevendo a própria culpa e olhando para a sobremesa do companheiro de mesa com reprovação e inveja, melhor ficar em casa e desfrutar sua salada de alface e seu chá verde sozinha. Uma sugestão? Tente trocar a obsessão pela dieta por outra palavra que, essa sim, deveria guiar nossos atos 24 horas por dia: gentileza. Ter classe não é usar roupas de grife: é ser delicada. Saber se comportar é infinitamente mais importante do que saber se vestir. Resgate aquele velho exercício que anda esquecido: aprenda a se colocar no lugar do outro (empatia), e trate-o como você gostaria de ser tratada, seja no trânsito, na fila do banco, na empresa onde trabalha, em casa, no supermercado, na academia. E, para encerrar, não deixe de conjugar dois verbos que deveriam ser indissociáveis da vida: sonhar e recomeçar. Sonhe com aquela viagem ao exterior, aquele fim de semana na praia, o curso que você ainda vai fazer, a promoção que vai conquistar um dia, aquele homem que um dia (quem sabe?) ainda vai ser seu, sonhe que está beijando o Richard Gere... sonhar é quase fazer acontecer. Sonhe até que aconteça. E recomece, sempre que for preciso: seja na carreira, na vida amorosa, nos relacionamentos familiares. A vida nos dá um espaço de manobra: use-o para reinventar a si mesma. E, por último (agora, sim, encerrando), risque do seu Aurélio a palavra perfeição. O dicionário das mulheres interessantes inclui fragilidades, inseguranças, limites. Pare de brigar com você mesma para ser a mãe perfeita, a dona de casa impecável, a profissional que sabe tudo, a esposa nota mil. Acima de tudo, elimine de sua vida o desgaste que é tentar ter coxas sem celulite, rosto sem rugas, cabelos que não arrepiam, bumbum que encara qualquer biquíni. Mulheres reais são mulheres imperfeitas. E mulheres que se aceitam como imperfeitas, são mulheres livres. Viver não é (e nunca foi) fácil, mas, quando se elimina o excesso de peso da bagagem (e a busca da perfeição pesa toneladas), a tão sonhada FELICIDADE fica muito mais possível.
(desconheço o autor do texto, se alguém souber, por favor indique)
beijos!
segunda-feira, 28 de março de 2011
E porque eu me levanto para recolher você no meu abraço, e o mato à nossa volta se faz murmuroso e se enche de vaga-lumes enquanto a noite desce com seus segredos, suas mortes, seus espantos - eu sei, ah, eu sei que o meu amor por você é feito de todos os amores que eu já tive (...) porque você é linda, porque você é meiga e sobretudo porque você é uma menina com uma flor. (Vinícius de Moraes - Para uma menina como uma flor)
sexta-feira, 25 de março de 2011
Aprendendo a ser forte
Outro dia contei aqui o drama da Mariana para que eu pudesse sair para trabalhar. Como contei também, geralmente ela está dormindo quando eu saio, então, no mais das vezes a coisa toda é sem stress.
Hoje a deixei na minha mãe semi-acordada. Quis lhe dar um leite e ela disse: - A vovó dá. Coisa que nunca tinha acontecido.
Aí fiquei mais uns minutinhos esperando e resolvi sair de fininho.
Ela me chamou de volta: - Mamãe, vem aqui pra eu te dar tchau.
E aí me abraçou, me deu um beijo, me disse vai com Deus, bom trabalho e eu te amo. Forte, impávida.
E quem desmoronou fui eu. Deixei uma lagriminha escapar. A beijei de volta.
E aí danou-se.
Mariana foi fazendo biquinho, e repetindo tudo de novo. Vai com Deus mamãe, te amo, bom trabalho. E nitidamente prendendo o choro. E continuava me dando beijos de despedida. E finalmente desabou a chorar.
Mas foi um choro diferente. Choro de quem entendeu que eu tinha que ir. Não era mais a manha do outro dia. Era um choro sentido, aquele que todo mundo já chorou na vida; tenho que ser forte, é triste mas tenho que suportar. Coisa de gente forte.
Fiquei mais um bom tempo com ela. Até que expliquei que tinha realmente que ir. E novamente ela chorou esse choro sentido.
Triste?
Não.
Minha filha está crescendo. E aprendendo a viver.
Sinto orgulho de você, meu anjo.
Hoje a deixei na minha mãe semi-acordada. Quis lhe dar um leite e ela disse: - A vovó dá. Coisa que nunca tinha acontecido.
Aí fiquei mais uns minutinhos esperando e resolvi sair de fininho.
Ela me chamou de volta: - Mamãe, vem aqui pra eu te dar tchau.
E aí me abraçou, me deu um beijo, me disse vai com Deus, bom trabalho e eu te amo. Forte, impávida.
E quem desmoronou fui eu. Deixei uma lagriminha escapar. A beijei de volta.
E aí danou-se.
Mariana foi fazendo biquinho, e repetindo tudo de novo. Vai com Deus mamãe, te amo, bom trabalho. E nitidamente prendendo o choro. E continuava me dando beijos de despedida. E finalmente desabou a chorar.
Mas foi um choro diferente. Choro de quem entendeu que eu tinha que ir. Não era mais a manha do outro dia. Era um choro sentido, aquele que todo mundo já chorou na vida; tenho que ser forte, é triste mas tenho que suportar. Coisa de gente forte.
Fiquei mais um bom tempo com ela. Até que expliquei que tinha realmente que ir. E novamente ela chorou esse choro sentido.
Triste?
Não.
Minha filha está crescendo. E aprendendo a viver.
Sinto orgulho de você, meu anjo.
segunda-feira, 21 de março de 2011
Mais curtas (editado)
Mariana, calçando os sapatos.
-Filha, esse é o esquerdo e o outro é o di...
- Di uva!!!!
****************************
Fomos assistir a um show de rock de uma banda adolescente.
Na entrada, revistaram minha bolsa.
O que encontraram?
- Meias infantis, uma colher e um xarope da Mariana.
Me diz. Tô velha ou não tô?
****************************
Saí do chuveiro. Mariana quis sair da banheira na mesma hora.
Fui pegá-la sem roupa.
Ela:
- Mamãe, porque o seu peito balança?
O que eu faço?
Choro?
****************************
Fomos até a garagem da vovó Marisa, ver o carro novo que compraram.
Subindo para dentro de casa Mariana perguntou:
- Por que a gente tá subindo mamãe? (fase dos porquês mode on total)
Eu: (estressada, cansada, sem paciência, tá eu sei, me culpa logo de uma vez):
- Ai filha, sei lá porque a gente tá subindo.
Ela:
- Porque a gente já viu o carro, né, mamãe?
Toma, mamãe!!
****************************
Mais uma que eu lembrei.
Agora a moda é não usar fralda na escola, mas usar fralda em casa.
Questiono:
- Mariana, por que na escola você não usa fralda, faz xixi na privada e tal e aqui em casa só quer ficar de fralda?
- Porque na escola eu sou moçona e aqui em casa eu sou bebezona.
Alguma dica?
Boa semana!
-Filha, esse é o esquerdo e o outro é o di...
- Di uva!!!!
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Fomos assistir a um show de rock de uma banda adolescente.
Na entrada, revistaram minha bolsa.
O que encontraram?
- Meias infantis, uma colher e um xarope da Mariana.
Me diz. Tô velha ou não tô?
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Saí do chuveiro. Mariana quis sair da banheira na mesma hora.
Fui pegá-la sem roupa.
Ela:
- Mamãe, porque o seu peito balança?
O que eu faço?
Choro?
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Fomos até a garagem da vovó Marisa, ver o carro novo que compraram.
Subindo para dentro de casa Mariana perguntou:
- Por que a gente tá subindo mamãe? (fase dos porquês mode on total)
Eu: (estressada, cansada, sem paciência, tá eu sei, me culpa logo de uma vez):
- Ai filha, sei lá porque a gente tá subindo.
Ela:
- Porque a gente já viu o carro, né, mamãe?
Toma, mamãe!!
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Mais uma que eu lembrei.
Agora a moda é não usar fralda na escola, mas usar fralda em casa.
Questiono:
- Mariana, por que na escola você não usa fralda, faz xixi na privada e tal e aqui em casa só quer ficar de fralda?
- Porque na escola eu sou moçona e aqui em casa eu sou bebezona.
Alguma dica?
Boa semana!
quarta-feira, 2 de março de 2011
Curtinhas
O pai adorou a repercussão do post dele. Se achou com o que ele chama de "recorde de comentários". Sugeri que faça um blog só dele, ou pode até postar por aqui (alugo o espaço). O sucesso subiu à cabeça.
***************
Amanhã tem Carnaval na escola da Mariana. Pode ir de fantasia. Mariana tem diversas fantasias, porque herda tudo das primas. Dei as opções: Chapeuzinho Vermelho, Sininho, Fada, Mônica, Uniqua, Borboleta, Havaiana, Bailarina e Cinderela.
Um doce para quem acertar qual ela escolheu.
Cinderela, claro.
As princesas vão acabar dominando o mundo.
**************
Ontem entrei pra casa dos ENTA. Quarenta. Quarentona. E mãe de uma bebezona de dois anos e meio. Mas o quarenta é o novo trinta, não é mesmo? (e ai de quem discordar!).
************
E é isso. No mais tudo corrido, como não podia deixar de ser. Por isso tenho comentado pouco. Mas leio tudo. Beijos especiais para a Pat Boudakian, que está na espera mais linda da vida dela!
Aliás, li todos os posts dos pais. Chorei em vários, me toquei de coisas que nunca havia pensado em muitos. Incrível esse outro lado da moeda. Muito bom. Quero mencionar especialmente o post do marido da Letícia, do Cotovelos e Cotovelinhos, porque mencionou a licença paternidade de uma forma que eu nunca havia pensado e o marido da Camilla, do Mamãe tá Ocupada, que escreveu outra coisa linda sobre ver os filhos brincando e refletindo aquilo que queremos ensinar. Dois posts que me emocionaram e que valem muito a leitura. Quem não leu, vai lá!
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Amanhã tem Carnaval na escola da Mariana. Pode ir de fantasia. Mariana tem diversas fantasias, porque herda tudo das primas. Dei as opções: Chapeuzinho Vermelho, Sininho, Fada, Mônica, Uniqua, Borboleta, Havaiana, Bailarina e Cinderela.
Um doce para quem acertar qual ela escolheu.
Cinderela, claro.
As princesas vão acabar dominando o mundo.
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Ontem entrei pra casa dos ENTA. Quarenta. Quarentona. E mãe de uma bebezona de dois anos e meio. Mas o quarenta é o novo trinta, não é mesmo? (e ai de quem discordar!).
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E é isso. No mais tudo corrido, como não podia deixar de ser. Por isso tenho comentado pouco. Mas leio tudo. Beijos especiais para a Pat Boudakian, que está na espera mais linda da vida dela!
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